Vibrant Pulse

Simples Nacional

Enquadramento, Fator R, PGDAS e simulação de regimes com precisão técnica.

Simples Nacional
IBS · CBS · Crédito · Margem · Estratégia Diagnóstico individualizado para transformar a Reforma Tributária em decisão empresarial.
Avaliação
Diagnóstico de riscos e oportunidades para empresas do Simples Nacional, com foco em preço, margem, crédito tributário, fluxo de caixa, competitividade e governança fiscal.
Capacitação
Tradução da Reforma Tributária do Consumo para uma linguagem de decisão empresarial, com aplicação prática à realidade de cada negócio.
3 decisões
Permanecer no Simples, avaliar apuração de IBS/CBS pelo regime regular ou planejar a saída do regime, conforme os dados da empresa.
D.A.R.E.
Metodologia para Diagnosticar, Avaliar, Reposicionar e Executar decisões tributárias com base em dados fiscais, contábeis e comerciais.
Avaliação estratégica

O Simples continuará existindo, mas a simplicidade operacional não elimina a necessidade de diagnóstico estratégico.

A simplicidade operacional do Simples Nacional não elimina a necessidade de diagnóstico estratégico. A nova lógica do IBS e da CBS afeta preço, crédito, margem, clientes, fornecedores e competitividade.

Avaliação da empresa

Auxílio a empresários, executivos, contadores consultivos e gestores financeiros no diagnóstico de riscos e oportunidades da Reforma Tributária para empresas do Simples Nacional.

Decisão econômica

Análise para responder se o Simples Nacional continuará sendo a melhor opção econômica ou se será necessário avaliar outras formas de apuração.

Governança fiscal

Revisão de dados fiscais, contábeis e comerciais para organizar informações, reduzir riscos técnicos e melhorar a tomada de decisão.

Plano de ação

Construção de um plano prático para ajustes em preço, cadastro fiscal, compras, vendas, contratos, controles e regime tributário.

Reforma Tributária Consultoria Simples Nacional
Panorama da Reforma Tributária do Consumo

Uma nova lógica para empresas do Simples Nacional

A Reforma Tributária do Consumo reorganiza a tributação incidente sobre bens, serviços e direitos no Brasil. A lógica central é substituir gradualmente a incidência fragmentada por um modelo de IVA dual, composto pela CBS, de competência federal, e pelo IBS, de competência compartilhada entre estados, Distrito Federal e municípios.

A Emenda Constitucional nº 132/2023 inaugura o novo desenho constitucional da tributação sobre consumo. A Lei Complementar nº 214/2025 regulamenta aspectos centrais do IBS, da CBS e do Imposto Seletivo. Em 2026, inicia-se a fase de teste e adaptação, com destaque de CBS e IBS em documentos fiscais eletrônicos.

  • A empresa continuará competitiva no novo ambiente tributário?
  • O Simples Nacional continuará sendo a melhor opção econômica?
  • Que ajustes devem ser feitos em preço, cadastro fiscal, compras, vendas e controles?
  • A empresa possui dados suficientes para decidir com segurança?
Nova lógica tributária

Lógica anterior vs. nova lógica da Reforma Tributária

No novo ambiente, olhar apenas para o DAS pode esconder efeitos relevantes sobre preço, crédito, margem, caixa e competitividade.

Lógica anterior

Foco no DAS e na obrigação mensal

Risco de decisão incompleta

No modelo tradicional, a empresa do Simples frequentemente concentrava sua atenção no DAS e na obrigação mensal. A formação de preço muitas vezes era feita por markup, sem leitura detalhada do crédito gerado para o cliente ou do efeito econômico da cadeia.

Nova lógica

Preço econômico, crédito e competitividade

Decisão baseada em dados

Com IBS e CBS, o crédito financeiro e a tributação mais transparente alteram a forma como compradores e vendedores comparam ofertas. O preço nominal pode não revelar o custo econômico efetivo.

A Reforma não deve ser tratada como simples mudança de guia de recolhimento. Ela afeta a arquitetura econômica da operação: formação de preço, capacidade de gerar créditos, escolha de fornecedores, negociação com clientes e comparabilidade com concorrentes.
Conceitos essenciais

O que muda na leitura tributária e gerencial?

A Reforma Tributária introduz conceitos que afetam documentos fiscais, apuração, créditos, formação de preço e margem.

01

CBS

Contribuição sobre Bens e Serviços, de competência federal. Afeta precificação, créditos, documentos fiscais e apuração.

02

IBS

Imposto sobre Bens e Serviços, de competência subnacional, com gestão compartilhada. Afeta operações estaduais e municipais, destino e crédito.

03

Crédito financeiro

A lógica de crédito tende a ser ampla, vinculada à aquisição tributada. Isso torna a geração de crédito relevante para a competitividade, especialmente em operações B2B.

04

Imposto por fora

Tributo destacado no documento e não embutido no preço base. Altera a leitura de preço líquido, preço bruto e margem.

Escolha tributária

É um erro decidir com base em alíquota nominal, sem medir margem, crédito e preço líquido.

O Simples Nacional permanece como regime favorecido para microempresas e empresas de pequeno porte. Entretanto, o novo ambiente cria uma decisão adicional: permanecer no recolhimento unificado ou avaliar a apuração e recolhimento de IBS e CBS pelo regime regular, quando permitido e economicamente justificável.

Essa possibilidade transforma a escolha tributária em uma decisão de posicionamento econômico, especialmente para empresas que vendem para outras empresas e cujos clientes valorizam créditos tributários.

  • Empresas que vendem para consumidor final tendem a ter menor pressão por geração de crédito.
  • Empresas que vendem para outras empresas podem sofrer maior pressão competitiva.
  • Empresas com compras tributadas relevantes podem encontrar oportunidades no regime regular.
Simples Nacional no novo ambiente tributário Análise fiscal e compliance
Perfis de análise

Quais empresas precisam de atenção imediata?

A tendência de risco varia conforme o perfil de clientes, compras, cadeia de fornecedores, regime de tributação dos produtos e capacidade de repasse.

Vende majoritariamente ao consumidor final

Menor pressão por geração de crédito, mas exige atenção ao preço final, margem e capacidade de repasse ao consumidor.

Vende para empresas que tomam crédito

Maior pressão competitiva, pois o cliente pode comparar preço líquido e crédito recebido na operação.

Tem compras relevantes tributadas

Pode haver oportunidade de crédito no regime regular, desde que a simulação com dados reais indique vantagem econômica.

Opera com ST, monofasia ou regime específico

Risco técnico elevado. É necessário revisar NCM, CEST, CFOP, CST/CSOSN, natureza da operação e regras setoriais.

Metodologia

Metodologia D.A.R.E.

A proposta da Vibrant Pulse organiza o raciocínio de consultoria e evita que a decisão seja tomada por intuição, comparação genérica ou opinião isolada.

Diagnosticar

Levantamento da realidade fiscal, contábil, financeira e comercial da empresa, com análise de PGDAS, XMLs, balancetes, DRE, cadastros fiscais, margens, clientes e fornecedores.

Avaliar

Simulação de DAS, IBS/CBS, créditos, preço líquido, margem, fluxo de caixa e cenários tributários possíveis.

Reposicionar

Revisão de clientes, fornecedores, preços, contratos, mix de produtos e regime tributário mais coerente com a estratégia da empresa.

Executar

Transformação do diagnóstico em plano de 90 dias, com responsáveis, prazos, controles, ajustes operacionais e indicadores.

Monitorar

Acompanhamento da carga efetiva, créditos, margem, competitividade e evolução dos impactos durante a transição da Reforma Tributária.

Diagnóstico fiscal, contábil e operacional

Metodologia para levantamento, organização e interpretação dos dados necessários para uma decisão segura.

  • Dados contábeis: balancetes, DRE, receita bruta, deduções, custos, despesas, margem bruta, margem líquida, EBITDA, margem operacional e fluxo de caixa.
  • Dados fiscais: PGDAS, XMLs, NCM, CFOP, CST/CSOSN, CEST, natureza da operação, incidência de ST, monofasia, créditos e regimes específicos.
  • Dados comerciais: perfil do cliente, concentração de receita, elasticidade de preço, concorrentes, contratos e política de descontos.
  • Simulação de cenários: permanência no Simples, apuração de IBS/CBS pelo regime regular ou avaliação de regime fora do Simples.
  • Plano de ação de 90 dias com levantamento de dados, revisão de cadastros, simulações, revisão de preço, análise de fornecedores, ajustes contratuais, treinamento e indicadores.
Próximo passo Equipe contábil
Diagnóstico

Sua empresa está preparada para decidir com segurança?

Antes de decidir se deve permanecer no Simples, apurar IBS/CBS pelo regime regular ou avaliar outro regime tributário, é necessário medir dados fiscais, contábeis e comerciais da empresa. A decisão deve considerar carga efetiva, créditos, margem, preço líquido, custo administrativo, risco fiscal, perfil de clientes e capacidade de execução.

Agendar diagnóstico da Reforma Tributária
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O nome Simples não deve induzir a uma gestão simplificada. A empresa deverá medir sua carga efetiva, sua precificação líquida comparável, a relevância dos créditos e a sensibilidade de seus clientes.
Sami Kuperchmit · CRC/DF 020521/O-4

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Fale com Sami Kuperchmit — Avaliação técnica e confidencial para empresas do Simples Nacional diante dos desafios da Reforma Tributária.