Avaliação da empresa
Auxílio a empresários, executivos, contadores consultivos e gestores financeiros no diagnóstico de riscos e oportunidades da Reforma Tributária para empresas do Simples Nacional.
Enquadramento, Fator R, PGDAS e simulação de regimes com precisão técnica.
A simplicidade operacional do Simples Nacional não elimina a necessidade de diagnóstico estratégico. A nova lógica do IBS e da CBS afeta preço, crédito, margem, clientes, fornecedores e competitividade.
Auxílio a empresários, executivos, contadores consultivos e gestores financeiros no diagnóstico de riscos e oportunidades da Reforma Tributária para empresas do Simples Nacional.
Análise para responder se o Simples Nacional continuará sendo a melhor opção econômica ou se será necessário avaliar outras formas de apuração.
Revisão de dados fiscais, contábeis e comerciais para organizar informações, reduzir riscos técnicos e melhorar a tomada de decisão.
Construção de um plano prático para ajustes em preço, cadastro fiscal, compras, vendas, contratos, controles e regime tributário.
A Reforma Tributária do Consumo reorganiza a tributação incidente sobre bens, serviços e direitos no Brasil. A lógica central é substituir gradualmente a incidência fragmentada por um modelo de IVA dual, composto pela CBS, de competência federal, e pelo IBS, de competência compartilhada entre estados, Distrito Federal e municípios.
A Emenda Constitucional nº 132/2023 inaugura o novo desenho constitucional da tributação sobre consumo. A Lei Complementar nº 214/2025 regulamenta aspectos centrais do IBS, da CBS e do Imposto Seletivo. Em 2026, inicia-se a fase de teste e adaptação, com destaque de CBS e IBS em documentos fiscais eletrônicos.
No novo ambiente, olhar apenas para o DAS pode esconder efeitos relevantes sobre preço, crédito, margem, caixa e competitividade.
No modelo tradicional, a empresa do Simples frequentemente concentrava sua atenção no DAS e na obrigação mensal. A formação de preço muitas vezes era feita por markup, sem leitura detalhada do crédito gerado para o cliente ou do efeito econômico da cadeia.
Com IBS e CBS, o crédito financeiro e a tributação mais transparente alteram a forma como compradores e vendedores comparam ofertas. O preço nominal pode não revelar o custo econômico efetivo.
A Reforma Tributária introduz conceitos que afetam documentos fiscais, apuração, créditos, formação de preço e margem.
Contribuição sobre Bens e Serviços, de competência federal. Afeta precificação, créditos, documentos fiscais e apuração.
Imposto sobre Bens e Serviços, de competência subnacional, com gestão compartilhada. Afeta operações estaduais e municipais, destino e crédito.
A lógica de crédito tende a ser ampla, vinculada à aquisição tributada. Isso torna a geração de crédito relevante para a competitividade, especialmente em operações B2B.
Tributo destacado no documento e não embutido no preço base. Altera a leitura de preço líquido, preço bruto e margem.
O Simples Nacional permanece como regime favorecido para microempresas e empresas de pequeno porte. Entretanto, o novo ambiente cria uma decisão adicional: permanecer no recolhimento unificado ou avaliar a apuração e recolhimento de IBS e CBS pelo regime regular, quando permitido e economicamente justificável.
Essa possibilidade transforma a escolha tributária em uma decisão de posicionamento econômico, especialmente para empresas que vendem para outras empresas e cujos clientes valorizam créditos tributários.
A tendência de risco varia conforme o perfil de clientes, compras, cadeia de fornecedores, regime de tributação dos produtos e capacidade de repasse.
Menor pressão por geração de crédito, mas exige atenção ao preço final, margem e capacidade de repasse ao consumidor.
Maior pressão competitiva, pois o cliente pode comparar preço líquido e crédito recebido na operação.
Pode haver oportunidade de crédito no regime regular, desde que a simulação com dados reais indique vantagem econômica.
Risco técnico elevado. É necessário revisar NCM, CEST, CFOP, CST/CSOSN, natureza da operação e regras setoriais.
A proposta da Vibrant Pulse organiza o raciocínio de consultoria e evita que a decisão seja tomada por intuição, comparação genérica ou opinião isolada.
Levantamento da realidade fiscal, contábil, financeira e comercial da empresa, com análise de PGDAS, XMLs, balancetes, DRE, cadastros fiscais, margens, clientes e fornecedores.
Simulação de DAS, IBS/CBS, créditos, preço líquido, margem, fluxo de caixa e cenários tributários possíveis.
Revisão de clientes, fornecedores, preços, contratos, mix de produtos e regime tributário mais coerente com a estratégia da empresa.
Transformação do diagnóstico em plano de 90 dias, com responsáveis, prazos, controles, ajustes operacionais e indicadores.
Acompanhamento da carga efetiva, créditos, margem, competitividade e evolução dos impactos durante a transição da Reforma Tributária.
Metodologia para levantamento, organização e interpretação dos dados necessários para uma decisão segura.
Antes de decidir se deve permanecer no Simples, apurar IBS/CBS pelo regime regular ou avaliar outro regime tributário, é necessário medir dados fiscais, contábeis e comerciais da empresa. A decisão deve considerar carga efetiva, créditos, margem, preço líquido, custo administrativo, risco fiscal, perfil de clientes e capacidade de execução.
Agendar diagnóstico da Reforma TributáriaO nome Simples não deve induzir a uma gestão simplificada. A empresa deverá medir sua carga efetiva, sua precificação líquida comparável, a relevância dos créditos e a sensibilidade de seus clientes.Sami Kuperchmit · CRC/DF 020521/O-4
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